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Rio de Janeiro,14/05/2026

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Gestão eficiente reduz riscos operacionais e fortalece atrativos turísticos

Planejamento logístico, manutenção preventiva e liderança estruturada elevam o padrão de segurança e sustentabilidade no setor

Mercurios
Gestão eficiente reduz riscos operacionais e fortalece atrativos turísticos Reprodução

A expansão do turismo de natureza no Brasil tem trazido um novo desafio para o setor: garantir segurança e confiabilidade em operações cada vez mais complexas. Com o aumento do fluxo de visitantes e a diversificação das experiências oferecidas, atrativos turísticos passaram a demandar estruturas mais organizadas, com controle rigoroso de processos, equipes e infraestrutura.

Dados recentes do Ministério do Turismo indicam que o turismo brasileiro segue em crescimento contínuo em 2026, com aumento expressivo no número de visitantes e na movimentação econômica. Esse avanço, no entanto, vem acompanhado de maior exposição a riscos operacionais, especialmente em ambientes naturais que exigem deslocamento, equipamentos específicos e integração entre múltiplos setores.

Em paralelo, relatórios da World Travel & Tourism Council reforçam que segurança e confiabilidade operacional estão entre os principais fatores que influenciam a decisão de viagem, especialmente em destinos ligados ao ecoturismo. A percepção de risco, quando mal gerida, pode impactar diretamente a reputação de um destino e comprometer sua competitividade internacional.

Dentro desse cenário, a gestão eficiente passa a ser um elemento estratégico para a sustentabilidade do setor. Mais do que responder a problemas, empresas e atrativos turísticos precisam antecipar falhas, estruturar rotinas e criar mecanismos de controle que reduzam a margem de erro.

É nesse ponto que a atuação de Fernando Aivi Peres se destaca como referência prática no setor. Empresário, gestor e especialista em operações de turismo, hospitalidade e produção audiovisual estratégica, ele construiu sua trajetória diretamente dentro de ambientes turísticos, evoluindo de funções operacionais para posições de liderança em estruturas complexas.

“O maior erro é tratar problema como algo pontual. Na maioria das vezes, o problema é consequência de falta de processo. Quando a operação está estruturada, os riscos diminuem naturalmente, porque existe padrão, acompanhamento e responsabilidade definida”, afirma.

Entre as ações práticas associadas à sua atuação, estão a revisão de rotinas operacionais, reorganização de equipes, implementação de manutenção preventiva, melhoria da comunicação interna e ajustes na logística de transporte. Essas iniciativas contribuem para evitar falhas recorrentes, reduzir interrupções e aumentar a previsibilidade da operação. 

Fernando destaca que a prevenção é sempre mais eficiente do que a correção. “Quando a empresa trabalha só apagando incêndio, ela perde tempo, dinheiro e confiança. A manutenção preventiva evita que o problema aconteça no momento crítico, que geralmente é quando o cliente está presente”, explica.

Entrevista com Fernando Aivi Peres

Quais são os principais riscos em uma operação turística de natureza?

Os riscos estão ligados à logística, à manutenção e à comunicação entre equipes. Quando esses três pontos não estão alinhados, surgem falhas que podem impactar diretamente o visitante.

Como reduzir esses riscos na prática?

Com processo. Definir rotinas, treinar equipe, acompanhar indicadores e agir de forma preventiva. Não esperar o problema aparecer para resolver.

A manutenção ainda é negligenciada no setor?

Sim, em muitos casos. E isso gera custo maior depois. A manutenção preventiva evita paradas, aumenta a vida útil dos equipamentos e traz mais segurança para todos.

Qual é o papel da liderança nesse cenário?

Organizar e acompanhar. O gestor precisa garantir que cada área funcione bem e que exista comunicação entre elas. Sem isso, a operação fica vulnerável.

Existe relação entre segurança e experiência do visitante?

Total. Quando o ambiente é seguro e organizado, o visitante se sente tranquilo e aproveita melhor. Segurança não é só evitar acidentes, é dar confiança durante toda a experiência.

O crescimento do turismo brasileiro em 2026 amplia oportunidades, mas também exige maior responsabilidade dos gestores e operadores do setor. A complexidade das operações, especialmente em destinos naturais, torna indispensável a adoção de práticas estruturadas de gestão, com foco em prevenção, organização e liderança eficiente.






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