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Rio de Janeiro,14/02/2026

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Empreendedores brasileiros expandem expertise técnica para o mercado internacional de construção

Profissionais do setor de engenharia e vidraçaria ganham espaço em projetos na Oceania, Europa e América do Norte.

Mercurios
Empreendedores brasileiros expandem expertise técnica para o mercado internacional de construção Reprodução

A engenharia e a construção civil brasileiras estão atravessando fronteiras. Cada vez mais, profissionais formados no país vêm conquistando espaço em projetos internacionais de médio e grande porte, levando consigo uma combinação de técnica apurada, criatividade e capacidade de adaptação. Essa expansão é reflexo direto da valorização de especialistas com experiência prática, visão empreendedora e domínio técnico, atributos que o mercado global tem reconhecido nos brasileiros.

Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indicam que, apenas em 2024, o número de profissionais da construção civil com registro de atuação no exterior cresceu 37%. As áreas mais demandadas são engenharia estrutural, vidraçaria arquitetônica, sistemas de fachadas e construção modular, segmentos em que o Brasil se tornou referência técnica pela capacidade de unir soluções robustas, sustentáveis e de custo competitivo.

O avanço das novas tecnologias construtivas também abriu portas para talentos nacionais. Profissionais com experiência em vidros de alto desempenho, esquadrias estruturais e fachadas inteligentes estão sendo requisitados para atuar em países da Oceania e Europa, onde há forte demanda por mão de obra qualificada. Essa migração de conhecimento fortalece o intercâmbio técnico e posiciona o Brasil como um polo de inovação em engenharia aplicada.

Entre os nomes que representam essa nova geração de profissionais globais está Petterson Maciel Soares, mestre vidraceiro e empresário com quase três décadas de experiência no setor. “O mercado internacional valoriza o profissional que domina o processo do início ao fim”, explica Petterson. “Na área de vidros e esquadrias, não basta instalar, é preciso entender o comportamento do material, as normas de segurança, as condições climáticas e o impacto de cada detalhe na durabilidade do projeto. É essa visão completa que torna o brasileiro competitivo lá fora.”

Segundo ele, a presença de brasileiros em projetos internacionais tem crescido porque o país forma profissionais multifuncionais. “Aprendemos a lidar com diferentes realidades, orçamentos e tipos de obra. Isso cria uma capacidade de adaptação muito valorizada em outros mercados. O profissional brasileiro é criativo, prático e comprometido, e isso faz diferença quando se busca eficiência e qualidade.”

A participação crescente de brasileiros em obras no exterior demonstra o amadurecimento técnico do país. Empresas de engenharia e vidraçaria que antes atuavam apenas em âmbito nacional agora firmam parcerias internacionais, exportam conhecimento e estabelecem novos padrões de qualidade.

Com a abertura de novos mercados e a valorização da expertise brasileira, o momento é favorável para quem busca expansão e aprendizado fora do país. E, segundo especialistas, esse movimento tende a crescer: a construção civil global enfrenta escassez de profissionais qualificados, e os brasileiros, com sua capacidade de adaptação e domínio técnico, estão prontos para preencher esse espaço com competência e inovação.





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